Comité Olímpico e Governo discutem na sexta-feira contrato-programa para Tóquio2020

| Outras Modalidades

|

O Comité Olímpico de Portugal (COP) reúne-se na sexta-feira com a secretaria de Estado da Juventude e do Desporto para analisar a proposta de contrato-programa para os Jogos Olímpicos Tóquio2020, que prevê alterações na integração dos atletas.

O presidente do COP, José Manuel Constantino, explicou que em termos financeiros a proposta é superior à apresentada para os Jogos Rio2016, mas referiu que "mais importante que falar sobre dinheiro é analisar o modelo de preparação".

Segundo José Manuel Constantino, que falava à margem da assinatura de um protocolo de parceria com a Toyota, "a proposta prevê um modelo com duas dimensões de atletas: a elite e a top-elite", tendo em conta os objetivos dos atletas, e foi previamente discutida com as federações.

O presidente do COP considerou "positiva" a atribuição simultânea da organização de duas edições formalizada na quarta-feira pelo Comité Olímpico Internacional (COI).

"Foi a melhor opção e parece-me positiva, arruma a questão de quem organiza o quê e estabilizar a situação por mais tempo", referiu o presidente do COP, comentando a atribuição dos Jogos de 2024 a Paris e 2028 a Los Angeles.

Ao abrigo do protocolo hoje assinado com a marca nipónica, que também patrocina o COI, o COP irá usufruir de viaturas, serviços e um apoio financeiro.

De acordo com José Manuel Constantino, pela primeira vez, o protocolo com a marca automóvel, estende-se pela primeira vez a atletas, treinadores e ex-atletas.

A informação mais vista

+ Em Foco

Passaram sete anos desde o início das “Primaveras Árabes”. Regimes mudaram, guerras civis rebentaram, houve conflitos que alteraram dinâmicas regionais e vazios de poder que deram origem a Estados falhados.

Veja ou reveja a primeira entrevista de Rui Rio depois de ter sido eleito presidente do PSD.

Na hora da despedida da liderança social-democrata, as juventudes partidárias olham para o legado do ex-primeiro-ministro, com uma pergunta em mente: se Portugal não falhou, o que dizer de Pedro Passos Coelho?

    Uma caricatura do mundo em que vivemos.