Ni Amorim eleito presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting

| Motores

O antigo piloto Ni Amorim é o novo presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), depois de vencer as eleições hoje realizadas, com 47 votos contra 44 de Manuel de Mello Breyner.

Fernando Amorim, mais conhecido por Ni Amorim, será o quinto presidente da história da FPAK, que foi fundada em 1994 -- sucedendo à Comissão Desportiva Nacional (CDN) como organismo federativo --, depois de César Torres, Vasconcelos Tavares, Luís Pinto de Freitas e de Manuel de Mello Breyner.

"É tempo de cerrar fileiras e colocar mãos à obra, porque há muito trabalho a fazer. Serei, podem ter a certeza, um presidente da FPAK de todos os associados, incluindo daqueles que não votaram em mim hoje, e conto com a colaboração de todos", disse Ni Amorim, no culminar de um processo eleitoral em que foi muito crítico da presidência de Manuel de Mello Breyner.

Álvaro Portela, também antigo piloto, será o vice-presidente de Ni Amorim, numa direção que conta também com Camilo Figueiredo, Francisco Armando Reis Fidalgo, Francisco Mora, João Ferreira, João Rito, Pedro Calado e Rúben Gabriel Macedo.

 

 

Tópicos:

Automobilismo Karting, Camilo Figueiredo Armando Reis Fidalgo, César, Desportiva, Karting, Mello Breyner, Rito Calado,

Pesquise por: Automobilismo Karting, Camilo Figueiredo Armando Reis Fidalgo, César, Desportiva, Karting, Mello Breyner, Rito Calado,

A informação mais vista

+ Em Foco

Os dados do sistema de Informação de Fogos Florestais da União Europeia (EFFIS) indicam que só entre os dias 14 e 15 de outubro arderam em Portugal continental cerca de 200 mil hectares.

    Na primeira entrevista pós-autárquicas, à Antena 1, Jerónimo de Sousa não poupou nas palavras. Afirmou que o "Governo ficou mal na fotografia e subestimou a situação" dos fogos.

    Impostos, orçamentos, metas para o próximo ano. A RTP descodifica a proposta de Orçamento do Estado apresentada pelo ministro das Finanças esta sexta-feira.

      Acionar o artigo 155 da Constituição espanhola representa um momento único na História de Espanha. O Governo de Madrid já definiu os setores que quer controlar de imediato.